Viver o enquanto

O que aconteceria se nós conseguíssemos desfrutar de cada momento sem esperar que ele nos proporcionasse alguma felicidade futura? Nós conseguiríamos desfrutar o momento sem desperdiçá-lo. (...)

Viver o enquanto é uma atitude que nos devolve à vida. Quando você assiste a um filme, seu prazer está no filme, não depois do filme. Quando você está com fome, seu prazer dura enquanto você está comendo. Depois de se alimentar, não há mais prazer na comida. A roda de amigos, cheia de risadas e camaradagem, é prazerosa enquanto dura a roda. Depois que cada um toma o seu rumo, o efeito das risadas se dissipa, e se instala a saudade, que para alguns é um tipo de prazer e felicidade. Quando você dá um abraço apertado no seu filho, aquela sensação de pertencimento deve ser desfrutada enquanto você o está abraçando. Viva sua porção de felicidade enquanto estiver fazendo alguma coisa: ficar esperando uma gratificação posterior é ilusão, é correr atrás do vento.

Viver o enquanto é "a arte de presentificar a vida". Fazendo assim, você volta para a vida, você a vive na hora certa, e vai se alegrar com seu trabalho, porque isso vem da mão de Deus.

Kivitz, Ed René. O livro mais mal-humorado da Bíblia: A acidez e a sabedoria do Eclesiastes. Página 50. São Paulo: Mundo Cristão, 2009.

E se Jesus tivesse nascido nos dias de hoje?

Maria recebe um SMS do Anjo Gabriel e avisa José por email que vai ter um filho. Ele posta no twitter que irá a Belém, procura a rota Nazaré – Belém pelo Google Maps e faz o "check in" do Estábulo no FourSquare. Depois anunciam pelo Facebook o nascimento do menino Jesus, com foto e tudo. Foi assim que a agência portuguesa Excentric imaginou como seria o nascimento de Jesus nos dias de hoje.


O vídeo, produzido pela agência de publicidade portuguesa para desejar boas festas, tem como mote a frase: "Os tempos mudam, o sentimento continua o mesmo". A paródia já foi vista por mais de 43 mil pessoas no YouTube.


Fonte: Revista Galileu

Discipulado

Discipulado não é comunicação de conhecimento, mas comunicação de vida. Jesus disse: 'As palavras que vos tenho dito, a linguagem que falo, não são meros sons ou idéias: são espírito e vida' [cf. Jo 6.63]. Numa relação de discipulado não ensino ao outro a conhecer o que conheço, mas o ensino a se tornar como eu sou. Discipulado, portanto, não é comunicação de conhecimento, mas comunicação de vida e espírito. Fazer discípulos é diferente de conquistar uma alma. Paulo fez discípulos, vivendo uma vida que ele ensinou outros a viver.

ORTIZ, J.C. e BUCKINGHAN, J. Ser e Fazer discípulos. São Paulo: Edições Loyola, 1979.